Home / AtrativosTurísticos em São José dos Pinhais / Turismo Rural em São José dos Pinhais

Turismo Rural em São José dos Pinhais


São José dos Pinhais possui muitos atrativos turísticos, e a maioria concentra-se nas áreas rurais.

COLÔNIA MERGULHÃO 

Atrativos culturais – Colônia Mergulhão
Localiza-se aproximadamente a 10 km do centro do município. Acesso pela BR-376 (sentido Santa Catarina), no trevo do Bradesco, seguindo sentido Colônia Murici. Após o frigorífico, na praça de acesso à Colônia Mergulhão, inicia o “Caminho do Vinho”, percorrendo mais de 6 km pela via principal, antiga Estrada do Mergulhão, somando-se algumas propriedades rurais mais afastadas e casas históricas, também inseridas na rota de turismo rural.

Capela Nossa Senhora da Imaculada Conceição na estrada do caminho do vinho fundada em 1952
O núcleo de imigrantes italianos se estabeleceu na Colônia Mergulhão entre 1870 e 1920. No fim do século XX a Colônia Mergulhão iniciou melhorias na sua infra-estrutura com o Programa “Caminho do Vinho” – Turismo Rural, valorizando a imigração italiana que mantém até hoje suas tradições. Nas cantinas da região são comercializados principalmente vinhos, queijos, salames, verduras, doces, compotas, geleias, conservas, existindo também outros empreendimentos como pesque-pague, áreas para lazer e eventos, cafés coloniais, restaurantes, pousada, casa da cultura entre outros.

 

COLÔNIA MARCELINO 

 
Localiza-se aproximadamente a 30 km do centro do município. Acesso pela BR-376, na 1ª entrada para Volkswagen/Audi (entre o Km 622 e 623) – Campo Largo da Roseira. Por volta de 1895, estabeleceram-se, na Colônia Marcelino, os primeiros imigrantes Ucranianos, vindos da Colônia Santos Andrade, onde desenvolveram a agricultura, tornando-a grande produtora de batata-salsa, pimentão e trigo.

AtrativosTurísticos em São José dos Pinhais
Moradores da Colônia Marcelino mantêm vivas as tradições Ucranianas
Moradores da Colônia Marcelino mantêm vivas as tradições Ucranianas
Moradores da Colônia Marcelino mantêm vivas as tradições Ucranianas – Grupo Soloveiko
A colônia é a maior produtora de camomila do Paraná, destacando-se na paisagem e deixando perfume adocicado no ar. A região é também enriquecida pela estocagem de feno, chamado papoã ou meda, comum na Europa e países de clima frio. Na Colônia Marcelino se realiza anualmente, no mês de janeiro, a tradicional Festa do Trigo, que busca valorizar e preservar a tradição e a cultura dos imigrantes e descendentes de ucranianos. Os participantes da festa podem saborear alguns pratos típicos ucranianos como a kutiá, varénneke, holuptzí e outras iguarias. Durante a festa há também apresentações de grupos folclóricos como o Soloveiko, da própria colônia.

A religiosidade é expressa na arquitetura, por meio dos ricos detalhes, tanto da Capela São Pedro e São Paulo como da Igreja Ucraniana Santíssima Trindade (única em estilo bizantino no município). A comunidade une-se na procissão de Corpus Christi e em outras celebrações importantes como Páscoa e Natal.

Igreja Ucraniana Santíssima Trindade
Igreja Ucraniana Santíssima Trindade

COLÔNIA MURICI 

 
Localiza-se aproximadamente a 14 km do centro do município, às margens do rio Miringuava, Acesso pela BR-376, no trevo do Bradesco. Fundada em 1878, é a mais expressiva comunidade de origem polonesa no Brasil. Procedentes da Galícia e da Prússia Oriental (região da Cracóvia), cerca de 60 pessoas estabeleceram-se na Colônia que surgiu na terceira etapa da imigração polonesa do Paraná. 

Abriga também italianos vindos de Trento. Dedicam-se principalmente ao plantio de hortifrutigranjeiros, criação de aves, bovinos e suínos. Destaca-se a Igreja do Sagrado Coração de Jesus com sua arquitetura e pinturas internas. 

 Igreja do Sagrado Coração de Jesus
 Igreja do Sagrado Coração de Jesus – Colônia Murici

Localizada na Colônia Murici, também está a Casa da Cultura Polonesa, instalada no antigo colégio das freiras, e que guarda em seu acervo objetos da historia da imigração polonesa na colônia, de utensílios domésticos a agrários, com ambientes retratando as antigas casas dos poloneses e biblioteca. O local funciona de segunda a sexta-feira e no quarto domingo do mês. O prédio do Museu, que leva o nome do padre Karol Dworaczek, foi construído em 1904 para abrigar a primeira escola da Colônia. 
Informações: R. João Lipinski, 1001 – Miringuava, São José dos Pinhais – PR, 83085-220 
(41) 3635-1545

Casa da Cultura Polonesa na colônia Murici Foto: Roberto Dziura
CAMINHOS DA COLÔNIA MURICI – É um novo roteiro de Turismo Rural em São José dos Pinhais, o qual abriga a tradicional Colônia Murici, que recebeu este nome em homenagem ao conceituado médico José Cândido da Silva Muricy. Para compor e integrar esse novo roteiro as regiões do Avencal, Malhada, Saltinho da Malhada, Roça Velha e Inhaíva entre outras, também estão incluídas no Caminhos da Colônia Murici.

Vale ressaltar que a Colônia Murici e região não perdeu a sua identidade, mesmo com a chegada da tecnologia, sendo isso mérito de muitos moradores e empreendedores que ainda preservam os costumes tradicionais dos imigrantes que lá chegaram. Mesmo tendo deixado de usar em sua rotina diária objetos como carroças e arados, as pessoas destas localidades rurais ainda mantém guardados diversos objetos, para que se preserve sua história, e porque não dizer de nossa cidade.

A localidade se tornou a maior produtora de hortifrutigranjeiros da Região de Metropolitana de Curitiba, conquista que também é herança dos imigrantes que hoje compõe o roteiro Caminhos das Colônia Murici, o qual possui a influência de poloneses, italianos e de outras etnias.

O Caminhos da Colônia Murici está localizado a 30km do centro de Curitiba, nele você encontra empreendimentos como: Chácaras de Lazer e Eventos, Pesque Pagues, Restaurantes, Cafés Coloniais e Vinícola, além da Casa de Cultura Polonesa, Casa de Shows, Lojas de Artesanato, Comércio de Orgânicos e Produtos Coloniais, tudo isso emoldurado como as construções locais que fazem parte do Patrimônio Arquitetônico Histórico e Cultural, um presente que foi deixado pelos primeiros moradores.

Ao todo são mais de vinte empreendimentos em funcionamento, juntamente com outros pontos de visitação onde os turistas e visitantes poderão conhecer um pouco da cultura dos povos que fizeram e fazem a trajetória das Colônias e parte da identidade de São José dos Pinhais.
 
O projeto Caminhos da Colônia Murici tem como desafio para os próximos anos a implantação da sinalização interna e melhorias de infraestrutura de forma continuada, que irão tornar os passeios ainda mais agradáveis, proporcionando a todos uma nova forma de descobrir as belezas de São José dos Pinhais.

CAMPINA DO TAQUARAL 

4ª Caminhada Internacional na Natureza realizada na Campina do Taquaral
Situa-se aproximadamente a 10 km da sede do município. Acesso pela Avenida Rui Barbosa, sentido Cachoeira, após o Rio Miringuava dobra a esquerda seguindo pela Rua José Zancheta Filho aproximadamente 4km.

Campina do Taquaral, é uma região rural de São José dos Pinhais, faz divisa com a Cachoeira e a Colônia Zacarias, a comunidade conta com natureza relevante em fauna, flora e recursos hídricos, além de atrativos diversos, como vinícolas e cantinas com produtos artesanais, hortifrútis orgânicos e agropecuária, artesanato em palha, olarias, chácaras com infraestrutura para eventos, restaurantes e cafés. A cultura popular bastante peculiar também é marcante

Igreja Nossa Senhora da Luz – Campina do Taquaral (Foto: Roberto Dziura Jr./PMSJP)
 

CASTELHANOS

 
Situa-se aproximadamente a 70 km da sede do município. Acesso pela BR-376 (sentido Santa Catarina), entrando à esquerda após o segundo posto da Polícia Federal (Guaratuba), seguindo 17 km por estrada de chão, em meio a mata fechada, até atingir o rio São João.
Foi inicialmente colonizada por grupos indígenas, imigrantes ucranianos e poloneses. A maior parte das terras dos Castelhanos (cinco mil alqueires) ficou totalmente abandonada no período de 1890 a 1950, pois os imigrantes partiram em busca de terras mais férteis em outras regiões. Com a 2ª Guerra Mundial, diversas famílias europeias se fixaram na localidade, entre elas húngaros, alemães, ucranianos, poloneses, entre outros, buscando abrigo e tranqüilidade às margens dos rios São João, Arraial e Castelhanos. Na agricultura, a atividade principal é o cultivo da banana, favorecida pelo clima e pelo solo, e em menor escala, mandioca, mimosa e laranja. São comuns pés de abacate, carambola, mamão, goiaba, jabuticaba, condessa e alguns reflorestamentos de palmito. Inserida na Serra do Mar, em meio à Mata Atlântica, Castelhanos oferece flora, fauna, rios e cachoeiras exuberantes.

– Quedas d’água da Panagro



São cerca de cinco quedas, em sequência, com aproximadamente 8 metros de altura cada, rodeadas por mata fechada, morros em aclive acentuado, com fauna e flora abundantes. O acesso é permitido somente com autorização.

– Cachoeira dos ciganos



Localizada a 50 km do centro da cidade, está a Cachoeira dos Ciganos. Da estrada principal são 30 minutos de caminhada, entre trilhas e rios. Com 10 metros de queda, possui excelente local para banho, com lindas piscinas naturais.

Mais informações:  (41) 3381 – 5812 – Departamento de Turismo da Prefeitura Municipal de São José dos Pinhais

– Saltinho Ribeirão do Meio

Localização: Saltinho da Malhada, no final da estrada Demétrio João Kotezias, a 30 km do centro de São José dos Pinhais. Conhecida também como cachoeira do Pedro Augusto (nome do antigo morador).

Acesso: pela 376 até a Malhada pela rua Antonio Grebogi, seguindo pela Demétrio João Kotezias são 6 km de estrada de chão até a propriedade conhecida como “Fazenda do Turco”.

– Usina de Chaminé



É a terceira mais antiga hidrelétrica do Paraná, encravada em um trecho preservado da Serra do Mar. A hidrelétrica fica na rota da antiga estrada que ia de Curitiba a Joinville, que passa por uma área de mata na Serra do Mar. São 15 minutos de trilha, com direito a cachoeiras e uma descida de “trolei”, um tipo de bondinho em que os passageiros vão em pé.

A Usina Chaminé, que pertence à Copel, continua em funcionamento. Para sair da vila de moradores e chegar até a hidrelétrica construída na década de 1930, há dois caminhos: ou pela estrada, com cerca de dois quilômetros, ou pelos 650 metros de descida em um trolei. Parece simples, mas não é tanto: os trilhos foram construídos em 1928, para levar os materiais para erguer a usina, e a inclinação chega a 55 graus. Os deslocamentos são lentos: 13 minutos para descer. Quem enfrenta o desafio, admira a vista, com a usina e as corredeiras do Rio São João. A possibilidade de um circuito radical está sendo avaliada, com rafting pelo rio.

A Usina Chaminé foi construída em pedra na década de 1930 e, quase 20 anos depois, teve a capacidade produtiva ampliada. Ela foi construída pela Companhia Força e Luz do Paraná, sob a orientação do americano Howell Lewis Fry. A Copel incorporou a planta em 1975. Atualmente, quatro turbinas produzem cerca de 18 megawats, o suficiente para abastecer uma cidade do porte de Tijucas do Sul. A água que faz as turbinas girarem vem da represa Vossoroca e o leito do rio São João não foi afetado: um complexo sistema de encanamento leva a água até as turbinas.

– Usina Guaricana



A Usina está no meio da mata atlântica, numa área de solo frágil e pouco propício ao uso agropecuário, definida constitucionalmente como patrimônio nacional. Inaugurada pelo presidente Jucelino Kubitchek em 1957 aproveita as águas do rio Arraial, com quatro geradores de potência nominal-total de 30 mil KW, produzindo 39.000 KW (39mw) de energia elétrica em plena Serra do Mar. Guaricana possui uma vila formada por quinze casas de funcionários, centro comunitário, quadras de esportes, playground.

Visitas a usina somente com autorização da Copel. 
Informações: 3381 – 5812

Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Veja também

Prefeito assina decreto que amplia o número de famílias beneficiadas pelo Armazém da Família

Atualmente 6.657 famílias estão cadastradas no Armazém da Família, com a alteração na Lei espera-se ...